15/04/2018

Odarlone é pré-candidato a deputado estadual, pelo PT do qual é presidente do diretório em Londrina, mas também tem vínculos profissionais em Apucarana.

Da infância dura na Cohab Aquiles Stenguel, na periferia de Londrina (PR), Odarlone Orente, porém, acabou parando na Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba. Hoje, aos 37 anos, é médico no posto de saúde de Apucarana, e pré-candidato à deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores. A história de Orente não é apenas uma história de superação individual. É principalmente um exemplo de como a política pôde de fato impactar a vida de uma pessoa.

A perspectiva de Orente começou a mudar quando ingressou no movimento estudantil secundarista, na década de 1990. A aproximação com a política foi o que possibilitou que a Central de Movimentos Populares o escolhesse para um projeto do governo cubano que proporcionava o estudo de medicina para alunos provenientes de comunidades pobres de países da América Latina.

Nos seis anos de graduação em Cuba, país que é referência na área da saúde, Orente aprendeu uma medicina cujo foco não é a doença – mas sim o paciente. Ao retornar ao Brasil, especializou-se médico da família  – responsável pelo atendimento à comunidades pelo sistema público de saúde, e que acompanha o paciente em diferentes estágios de vida.

“A medicina é focada no ser humano, e não na doença. Porque existe o entorno. É o mesmo na política. A política tem quer ser focada no cidadão”, explica ele. “Conhecer essas duas realidades (a vivência na periferia e a atuação como médico) me propicia exercer essa função pública para melhorar a vida de pessoas que ainda permanecem na dificuldade”, afirma.

Odarlone é pré-candidato a deputado estadual, pelo PT do qual é presidente do diretório em Londrina, mas também tem vínculos profissionais em Apucarana, já esteve na gestão do prefeito Beto Preto na superintendência atenção básica, servidor público (SAMU e UBS).

 

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  1. Se formou com a ajuda do MST e é militante também. Infelizmente a medicina não é o foco principal e sim o PT. Se realmente a medicina fosse o foco já estaria fora do PT e realizando campanha junto a população para mudar o quadro de abandono que os mais pobres tem enfrentado sem usar a politica do PT.

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