11/01/2019

A Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar) acredita que a abertura de novos bares e casas noturnas nas regiões centrais, inicia um processo de renascimento das cidades.

 

A intenção é aproveitar as novas características que estão surgindo com um ciclo de reoxigenação, fomentado a requalificação natural destas áreas, onde se misturam casas residenciais e pontos de trabalho, estudos, compras, cultura, lazer e entretenimento.

Um exemplo é a Praça Osório, em Curitiba, “abastecida” por uma população que se movimenta usando serviços de aplicativos, linhas de ônibus e outros meios de compartilhamento de transporte. Para breve, chegarão ao local motonetas e bicicletas alugadas, ressalta o presidente da Abrabar, Fábio Aguayo.

“O movimento de ocupação de espaços públicos explodiram em Curitiba, uma tendência sem volta. Agora precisamos trabalhar a conscientização para harmonizar os usos e ocupação nas ruas”, disse. Segundo Aguayo, esta tendência tem estendido inclusive os horários normais de expediente até tarde da noite. “Em alguns casos, até após as duas horas da madrugada”, comenta.

De acordo com ele, começou a se tornar habitual nos espaços públicos dessa parte da cidade, uma mescla humana de gêneros de diversos perfis etários e socioeconômicos. “São públicos diversos e diferentes, tendo acesso aos mesmos espaços comuns”, disse.

“É algo que está em uma fase inicial, mas mostrando uma inequívoca tendência, que pode se consolidar e evoluir, se propagando como referência não só para Curitiba, mas para outras cidades polos do estado “, acredita Aguayo.

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